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Vale esperar – Volkswagen Golf nacional

Até o ano que vem o mercado nacional será invadido por modelos que vale a pena esperar antes de fechar um negócio. O VW Golf nacional é um deles

Por Paulo Campo Grande, Péricles Malheiros e Ulisses Cavalcante
22 jul 2014, 22h45 • Atualizado em 21 mar 2024, 10h32
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    A sétima geração do Golf chegou ao Brasil revivendo o passado. Os primeiros a desbravar o país chegaram em 1995, vindos da Alemanha. Os últimos descendentes, no entanto, já desembarcaram com a notícia de que o modelo seria produzido aqui. A produção será iniciada no segundo semestre de 2015, inaugurando a linha 2016 assim que as obras de ampliação da fábrica de São José dos Pinhais, no Paraná, forem concluídas – um investimento que consumiu R$ 520 milhões. No entanto, os primeiros Golf nacionais serão montados com parte dos componentes importados do México. Hoje o modelo vem de Wolfsburg, na Alemanha.

    Da mesma planta também sairão Audi A3, reeditando as origens da fábrica. O polo de produção paranaense foi inaugurado em 1999 para montar os dois modelos, quando o Golf estava em sua quarta geração. A retomada da parceria não tem relação romântica, é mero interesse comercial. Golf e A3 compartilham a plataforma modular MQB, a mesma que será utilizada ao redor do mundo em nos modelos compactos do grupo VW. Todas as versões, incluindo a GTI, serão nacionalizadas.

    Veja outros modelos que vale a pena esperar antes de fechar um negócio

    No início da produção, os componentes eletrônicos virão de fora, e algumas peças serão produzidas localmente, como os vidros, bancos e tanque de combustível. No decorrer dos meses, a nacionalização irá aumentar para pelo menos 70% do carro, com o objetivo de atender aos requisitos do Inovar-Auto. No caso do A3, as peças virão da Alemanha.

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    Junto com os planos de nacionalização, a Volks deve dar ao Golf uma terceira opção de motor, o 1.6 16V MSI flex (o mesmo de Saveiro Cross, Voyage Evidence e Gol Rallye). A versão deve ser uns R$ 5 000 mais barata que a Comfortline importada hoje, possivelmente sob o nome Trendline. Os atuais motores 1.4 TSI e o 2.0 do GTI também serão feitos no Brasil, bem como o câmbio. Mas a produção nacional não deve baratear essas duas versões. Isso só deve ocorrer se a marca optar por fazer um reposicionamento na linha com a estreia do 1.6 16V.

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    Estreia: 06/2015

    Preço: R$ 62 000

    Concorrentes: i30, Focus, 308

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